7 de ago de 2011

Pra descrente ver.

Tentar a ciência,
e eloquência,
a transparência,
seja o turvo que for.

Tentar a família,
a partilha,
o amor...

Amar uma vez e,
se der,
tentar amar novamente.

Tentar ganhar dinheiro
ou viver sempre por um triz.

E se nada de nada der certo,
enfiar Jesus rabo adentro
e, sorrisinho no rosto,
espalhar aos quatro ventos
que é feliz.



2 comentários:

Tiago Ribeiro disse...

Parabéns, Labes, pelo poema.

Um abraço,
tiago.

meow by miu. disse...

porra! sutil e tocante como deve ser.
minha vida nesse poema.
até mais

MIU

um inventário com todos os mortos inclusive aquele jovem velado pelo pai de barba muito branca na sala de casa eu disse a carminha: morreu o...